quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A COBRANÇA DO SANTO





Primeiramente gostaria de pedir desculpas pelo atraso nas postagens. 

Devido aos estudos para a segunda fase da OAB, (a primeira ja foi, graças a Deus!) o tempo exíguo para a derradeira prova, entre outros afazeres, tem prejudicado sobremaneira as minhas publicações. 

Mas, mesmo sem o tempo necessário, continuo atento às movimentações.

VOTOU NELA, VOTOU EM MIM.

Após desistir dos riscos e de enfrentar um caminho nebuloso devido à necessidade de uma decisão também incerta do TSE, CAP, segundo alguns assessores próximos, estaria desacorçoado. 

O empresário, após desistir do pleito, tem tentado percorrer as cidades por onde “abriu campo” para convencer os aliados que o nome mudou, mas que o voto em Dâmina Pereira é o mesmo que “votar nele”. Já com cabos eleitorais devidamente acertados - e muitos- o empresário Midas, mesmo intimamente incomodado com a situação, tem se esforçado para manter o animus trabalhandi  e continua sua visitas. 

Dâmina tem se esforçado para acompanhar o marido mas, em um conversa com uma pessoa muito próxima, teria  admitido: “....não e fácil não.” CAP estaria intensificando o trabalho fora em virtude de uma possível votação aquém do que ele espera nas terras dos ipês. 

De dentro do QG da Venerando, um interlocutor teria dito que o empresário estaria esperando aproximadamente 15 mil votos. 

Há que aposte que esse número aguardado, devido a limitação de campanha este ano, poderia ser abaixo da expectativa mediana.

TEVE PEITO

O deputado Fábio Cherem também está “andando”. Cherem tem feito visitas a cidades onde ampliou seu trabalho de base. O deputado foi classificado como corajoso por membros do seu próprio partido por ter rompido com a linha de apoio estadual e apoiado abertamente o candidato do PT, Fernando Pimentel. O PSD em Minas, oficialmente, apoia Pimenta da Veiga, do PSDB. 

O deputado lavrense disse em conversa particular que o que o motivara a romper com a linha de pensamento do partido em Minas foi as feridas sentidas no próprio “couro”. 

O deputado disse que não teria condições morais de apoiar um governo que teria movido uma máquina com tantos poderes para inviabilizar seu mandato e do irmão: “seria incoerente, imoral e até mesmo “desinteligente” manter algum apoio nestes(me dá um tapa e te beijo) moldes”. 

Na cúpula do PSD, olhar de desconfiança. Junto ao PT, de Fernando Pimentel, olhares de incredulidade, porém com viés positivo. Tudo pode ser apenas uma aposta. 

Se der certo, como tem sido alguns pontos de seu mandato, alguns frutos políticos e administrativos podem nascer.

SANTO INADIMPLENTO

Uma, digamos, “líder espiritual”, que teria atendido no passado uma candidata a prefeita estaria “tocando o tambor” de raiva. O motivo: prometeu pro santo e não cumpriu. 

Segundo uma pessoa muito próxima da “líder espiritual”, quando da visita da então candidata em seu local de “exercício religioso”, a líder ouviu da candidata- que pediu graça e proteção durante sua campanha- que, caso fosse eleita, o local para “desenvolvimento da fé” (ficou bonito) ganharia a isenção do IPTU.

Rufaram os tambores e a coisa deu certo para ambos os lados. 

A candidata foi eleita e  a emissão da guia do referido IPTU foi suspensa. Passado 8 anos, de total calmaria, eis que a referida prefeita deixa o cargo. 

Passados alguns meses, eis que a prefeitura notifica a proprietária do imóvel e também líder espiritual para que pagasse o referido IPTU, sob pena de execução da divida. 

Irada com a cobrança, a “líder” descobriu que não foi “dado baixa” no referido débito pela prefeita e com isso teria que pagar o “atrasado”. 

Como o grupo da então ex-prefeita ainda está necessitando de “todo tipo de ajuda”, principalmente em Brasília, talvez seja esta a explicação do porquê da demora na votação do recurso junto ao TSE. 

Com o “inadimplemento da obrigação assumida” pela então ex-prefeita, poderia ser uma retaliação dos céus todo esse atraso para definir a coisa??!! 

Vai saber, né!! 

Vale reafirmar. Esta história e com H e não com e. espero que tenham entendido.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

MACUMBA NA POLÍTICA





CRÉDULO

Uma das notícias dos últimos dias foi aquela que eu vinha prevendo há algum tempo. O TRE indeferiu o pedido da candidatura de CAP. A votação contrária apurou o placar de 6 votos a zero contra as pretensões de CAP, do qual, pessoalmente, nada tenho contra.   

Diante do quadro que CAP não previa, (isso mesmo! Ele não esperava o indeferimento de sua candidatura) o empresário Midas, que no campo político foge à regra positiva que o embala sua vida empresarial, sofreu o desalento. Mas a decepção de CAP veio embalada com um sobrenome de uma cidade vizinha, Nepomuceno. 

Há alguns anos atrás, devidamente contratada para defender o empresário, uma ex-desembargadora havia batido o martelo (ops) o pé e dado garantias ao empresário de que ele não seria afetado pela Lei do Ficha Limpa. CAP, devidamente quitando os honorários, acreditou.

Agora, diante da decisão do TRE, CAP viu sua pretensão intimo pessoal (ele não precisa disso pra viver ou se reafirmar como profissional ) ruir. Lá se foram alguns milhares de “faz-me-rir”, que, com certeza, não farão falta para o empresário, acredita no poder que tem em mãos com a direção de um partido mesmo ainda sem expressão em Minas, e poderá , caso mantenha  o trabalho Minas afora, ver sua esposa, Dâmina de Carvalho,  com possibilidades numéricas de ser eleita deputada federal, caso consiga os 90 mil votos necessários para uma cadeira no Congresso. 


ATESTADO CONTESTADO E JULGADO.

Hoje à tarde aconteceu uma cena hilária durante uma audiência no Juizado, envolvendo um ser (não costumo citar nomes aqui de quem não acho ser digno de ser tratado como homem), que muitos já conhecem e que estaria penando para fugir dos oficiais de justiça para se livrar de sentenças, 

Devidamente citado e intimado, o referido réu não compareceu a audiência de instrução e julgamento e juntou um atestado médico, assinado por um profissional com sobrenome de ex-prefeita. 

O Juiz, que por sinal só tem recebido elogios de advogados e pessoas do meio jurídico, desconfiado do referido "atestado", mandou “buscar” o médico que assinou o documento para "explicar" o referido atestado. Ao chegar, constrangido e nervoso pela situação, o médico disse que o atestado ao “cliente” era devido ao estado de “ansiedade” do mesmo. 

Diante da fala nada convincente, o juiz sentenciou o referido cidadão afeito a gracejos a infantis, com conotações de outra forma, sentenciou o réu ao pagamento de R$ 3 mil reais por danos morais, obrigou o mesmo a uma retratação formal, entre outras sanções. 

O médico, desculpe o trocadilho, saiu de lá branco devido a tanta vergonha. 

O réu, que não conhece a palavra vergonha e não foi homem para ir a audiência, será intimado da decisão.  


O "SANTO" ERROU A MACUMBA

Conhecido como túnel da zona norte e em obras, o referido local agora virou ponto para oferendas a deuses de religiões afrodescendentes. Isso mesmo. Segundo uma fonte, foi encontrada no local uma oferenda para o “santo”, popularmente conhecida como "macumba".

O local, ao qual conheço muito bem por ter ali passado anos e anos rumo ao antigo polivalente quando estudante, nunca havia recebido tal mimo.  A fonte disse que o serviço encomendado seria para “parar a coisa e suspender”. A intenção de quem encomendou a reza seria para “parar” a obra que está sendo feita no local.   

Diante da inesperada e nova retirada da pauta por parte do TSE da votação do recurso contra o atual prefeito, ao que parece, o pai de santo”, ou o “próprio”, confundiu o pedido  e atuou em outro lugar. 

Analisando o pedido acima, dá pra entender que “parar a coisa e suspender”, sem melhor explicitar a qualificação e o pedido ao santo, ganhou um efeito genérico e, sem a complementação do pedido, surtiu efeito em "instâncias superiores" do "santo a quo

Pode parecer piada, mas não é!


ÚLTIMA FORMA

Hoje pela manhã um grupo de ex jussaristas já se mobilizava para acompanhar o julgamento que ocorreria às 7 da noite. Cerveja e fogos já teriam sido adquiridos. 

Pessoalmente, os convites foram feitos e a concentração para assistir o julgamento foi marcado para o tradicional Bar Cisne. 

No meio da tarde de hoje, um a um, o encontro foi sendo desmarcado.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

BOPEEMMINMIMMMM!!





EU TE DISSE

Devido ao período quase sabático, as postagens ainda seguem em ritmo parecido ao do mundo político local. 

Antevisto por este blog há meses e meses atrás, a informação de que a candidatura de Carlos Alberto Pereira, o  CAP, poderia sofrer um revés por parte da Justiça Eleitoral realmente se confirmou. 

O TSE, que agora cruza informações entre os diversos tribunais, acabou por impugnar a candidatura do empresário Midas. 

Devidamente assegurado pela legislação, CAP interpôs recurso contra tal decisão e poderá manter sua candidatura até a decisão final do TSE sobre os motivos recursais do empresário. 

Caso CAP venha a ser eleito e até mesmo diplomado, em caso de indeferimento do recurso do empresário, tudo seria anulado e a cadeira conquista em uma provável eleição (as chances agora são grandes) poderá ser perdida a pedido do MPE. 

Ou seja, a vaga que CAP pleiteia só será decida mesmo pelo TSE.


TUDO MEU!

Por falar em surpresa, o movimento nas bancas na semana passada foi atípico. Com a divulgação do caso da impugnação de CAP, o movimento nas bancas foi intenso. 

Segundo um dono de banca, as edições de um jornal se esgotavam em minutos. O dono de uma única banca chegou a pedir mais de 200 exemplares na manha de sábado. Todos os exemplares que chegavam, eram vendidos da mesma hora. 

O mais estranho, segundo ele, é que todos os exemplares eram vendidos para uma só pessoa, que diante da chegada de nova remessa, comprava tudo e não deixava nenhum à venda. 

O dono da banca disse que nunca vendeu tanto jornal como no sábado passado. 

Quem disse que política não vende?!


MUDOS

Vocês podem acreditar! A campanha já começou! Sem placas, carros de som, e mini doors, a cidade vive um clima de tranquilidade e quase ostracismo em relação ao período eleitoral. 

Tudo se deve pela lei municipal proposta pelo vereador José Marcio Faria que proibiu a propaganda por carro de som e mini-doors. 

Há quem diga que a campanha “muda” pode favorecer candidatos de fora e prejudicar os candidatos nativos. 

CAP, Cherem, Dehon e Julio de Mello já estão em campanha por toda a cidade. Porém, sem estardalhaço. 

Bom para o eleitor que não sofre com o bombardeio midiático. 

Ao meu ver, ruim para todos os candidatos.

terça-feira, 15 de julho de 2014

EXCLUSIVO: O RANKING DO "QUEM É QUEM" EM LAVRAS, SEGUNDO O TSE.


Antes de tudo, peço escusas aos leitores pela falta de postagens.
No período de férias e Copa, a coisas tendem a ficar mornas. abcs.

QUEREM ME F...........?

A construção do túnel da zona norte está incomodando muita gente. Não. Não são moradores e nem motoristas. O incomodo causado teria afetado o Palácio da Caixa d’agua.   

Segundo uma fonte, incomodada com o andamento da coisa e com o governo do estado (PSDB) alimentando com recursos o andamento da obra, um pedido emanado da Caixa Dágua teria chegado ate o Palácio de lá. 

Em síntese, o teor sugeriria que a “torneira” fosse fechada, pois poderia favorecer a eleição do irmão do prefeito e ajudar no apelo popular em torno do atual prefeito caso a decisão do TSE seja favorável à pretensões de Silas em entrar pelo tapetão. 

A coisa teria sido ate engatilhada para fechar a dita torneira, mas eis que um deputado, com interesse na causa da obra, também do PSDB, interveio e fez com que a coisa continuasse a “fluir” para mover a dita obra. 

Digamos que seja a colocação da teoria do caos: quanto pior, melhor. 


PRESSA

O candidatos que disputarão as eleições em outubro rumo ao legislativo estadual e federal, por Lavras, ainda aguardam a aprovação de seus pedidos de candidatura pelo TSE. 

Em Lavras, 4 candidatos disputarão as eleições: Carlos Alberto Pereira disputará uma cadeira no congresso. Dehon Júnio de Moraes, Fábio Cherem (reeleição) e Julio de Melo, um assento na Assembleia. 

O TSE tem até o dia de hoje, 15 de julho,  para impugnar candidaturas quem desconformidade com a lei eleitoral ou que violem a lei da Ficha Limpa. O Ministério Público Eleitoral poderá pedir a impugnação. Partidos e eleitores também podem solicitar a impugnação junto ao TSE. 

Mesmo sem uma posição final do Tribunal, o empresário Midas, CAP, já aparece nas redes sociais ao lado de Dehon como candidatos do PMN.


QUEM É QUEM EM LAVRAS

Por falar em candidatos, os dados disponibilizados pelo TSE, oficialmente, faz um ranking do poderio político e financeiro dos candidatos de Lavras. 

CAP declarou (oficialmente) que seus bens alcançam a soma de R$ 3.644.982,63 de faz-me-rir.  Em relação a sua campanha, previu um gasto de R$ 5 milhões. 

Em tese, caso gaste este dinheiro na campanha, o empresário Midas teria que dispor de todo o seu patrimônio e pedir algum emprestado (???) para cobrir os gastos. #SQN

Dehon declarou que tem R$ 1.557.880,97 em dinheiro e patrimônio. Para sua eleição, previu um gasto de R$ 5 milhões. Ou seja, se gastar algo em torno disso, teria um prejuízo de mais de R$ 3 milhões. 

Fábio Cherem declarou que poderá gastar R$ 4 milhoes. Entre os três, é a previsão com menor gasto de campanha. Para justificar sua candidatura, declarou que tem em patrimônio R$ 7.694.237,39. Ou seja: se gastar toda a sua previsão, ainda sairá com aproximadamente R$ 3 milhões e meio de faz-me rir intactos. 

Júlio de Melo daclarou que pretende gastar R$ 2 milhões em sua campanha. Como bens, declarou uma casa no valor de R$ 60 mil reias. Ou seja: se gastar a metade do que pensa em gastar, vai pro prego. 

Se analisarmos as declarações oficias, em termos de faz-me-rir no bolso, a coisa ficaria assim: 

Fabio Cherem seria o mais bem colocado no ranking dos endinheirados. CAP viria em segundo e Dehon em terceiro lugar.

Há quem diga que os números (oficiais, diga-se de passagem) não fazem jus à realidade dos que se colocam na ponta deste meu ranking baseado nos números fornecidos pelo TSE. 

Há quem diga que um deles já conhece de perto os zeros do bilhão em conta. Outros batem o pé que não.